Coprocessamento de Resíduos

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Coprocessamento de Resíduos


O termo “coprocessamento” estabelece a integração de dois processos: a queima de resíduos sólidos industriais que seriam descartados em aterros sanitários e a fabricação de itens que requerem altas temperaturas em seus processos produtivos. Isso ocorre principalmente com as indústrias de cimento.

De acordo com a Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) nº 264/1999, que dispõe sobre os procedimentos e os critérios específicos do coprocessamento, o coprocessamento de resíduos em fornos de produção de cimento é definido como sendo uma técnica de utilização de resíduos sólidos industriais a partir do processamento desses, em substituição parcial da matéria-prima e/ou de combustível no sistema de fornos de produção de clínquer.

Resumidamente, é possível dizer que o coprocessamento é o processo de destruição de resíduos na fabricação de produtos que requerem altas temperaturas na sua fabricação. É uma tecnologia de queima de resíduos provenientes de diversas indústrias em fornos que transformam argila e calcário em clínquer.

Essa técnica pode contribuir para a preservação do planeta e dos seus recursos naturais, uma vez que substitui matérias-primas e combustíveis tradicionais requeridos principalmente para a fabricação do cimento, dando uma destinação adequada para resíduos perigosos.

E as vantagens do coprocessamento?

Proporciona um custo menor de produção, já que introduz como combustível e/ou matéria-prima resíduos provenientes de diversos segmentos industriais, substituindo combustíveis convencionais requeridos. Assim, nesse processo, é possível lucrar com resíduos e rejeitos que seriam descartados em aterros.

Oferece uma destinação segura a resíduos perigosos, correspondendo às exigências legais. Passa a ser uma solução definitiva para alguns resíduos; uma vez que no processo eles são destruídos por completo e/ou incorporados como matéria-prima na fabricação do cimento, sem geração de escórias e/ou cinzas.

Com a eliminação total dos resíduos, não existem riscos com passivos ambientais. Assim, esses materiais não causam os mesmos danos que poderiam causar quando descartados em locais impróprios.
Aproveitamento do poder calorífico do resíduo (destruição térmica) para geração de energia térmica.

Há pouca necessidade de investimentos adicionais em um forno de clínquer, já estes são adequados ao coprocessamento de resíduos. Assim, o equipamento de controle das emissões atmosféricas do forno de clínquer é adequado para controlar as emissões quando estiverem sendo coprocessados os resíduos sólidos.

Diminuição da emissão de particulados, SOx e NOx para a atmosfera. Além, é claro, de reduzir as pressões sobre os recursos naturais não renováveis.

Por mais que a destinação em aterros especializados seja uma opção legalmente aceita, a destinação ao coprocessamento é uma destinação mais nobre. Com o coprocessamento, ocorre a diminuição da disposição dos resíduos sólidos em aterros sanitários, aumentando consequentemente a vida útil dos aterros.

Frente a essas vantagens, é inegável que aproveitar resíduos para outras atividades é, sem dúvida, dar a eles um destino mais útil e inteligente.

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